Senhor, eis o Natal.
Há, no ar, suaves vibrações, um aumento de espiritualidade, de alegria, de compaixão.
És Tu que abençoas os sentimentos que a Ti se elevam da Terra, nas preces, nas alegrias nascidas dos lares, dos presentes, das luzes das cidades e dos campos.
Como aconteceu na Tua vinda, quando o império de Augusto experimentou inusitada paz, há hoje, um toque que privilegia a paz e exige o silêncio das armas.
Rendemos-Te graças, ó Senhor.
Ante o Teu afago, os nossos corações se alegram, e uma luz nova nos clareia o espírito.
Há, no ar, suaves vibrações, um aumento de espiritualidade, de alegria, de compaixão.
És Tu que abençoas os sentimentos que a Ti se elevam da Terra, nas preces, nas alegrias nascidas dos lares, dos presentes, das luzes das cidades e dos campos.
Como aconteceu na Tua vinda, quando o império de Augusto experimentou inusitada paz, há hoje, um toque que privilegia a paz e exige o silêncio das armas.
Rendemos-Te graças, ó Senhor.
Ante o Teu afago, os nossos corações se alegram, e uma luz nova nos clareia o espírito.

Nenhum comentário:
Postar um comentário